sexta-feira, 29 de novembro de 2013

As razões para Johnny Depp e Winona Ryder se acertarem

De 1989 a 1993 Johnny Depp e Winona Ryder viveram uma intensa história de amor e se tornaram um dos casais mais bonitos dos anos 90. Sou fã de ambos e, como a maioria de outros fãs, torço para que o amor fale mais alto e eles retomem esse romance. Saiba o por que:

Dá o play pra entrar no clima do post :)


1. O jeito que a Winona olhava para o Johnny.

 
2. O jeito que o Johnny olhava para a Winona.
 
3. Como eles sempre pareciam rir de uma piada interna.
 
 4. A modo com que eles brincavam.

5. Eles sempre estavam em sintonia, até coçavam a cabeça ao mesmo tempo.

6. A química deles em frente as câmeras do filme Edward Scissorhands.

7. E a química deles nos bastidores do filme Edward Scissorhands.

8. Como eles davam as mãos em todos os lugares que iam.


9. O cabelo deles estavam sempre parecidos e bagunçados.

10. Como eles eram românticos...

11. ...ou incrivelmente sensuais.

12. Eles eram tão bonitos juntos que chegavam a brilhar nas fotografias.

13. Os sorrisos parecidos.

14. O jeito espontâneo de encarar os flashes.

15. Compartilhavam o mesmo "ódio" por paparazzi.

16. A tatuagem "Winona Forever" que ele tatuou no braço direito.

17. Quando Winona disse isso sobre ele.

"Quando eu conheci o Johnny, eu era puramente virgem. Ele mudou isso. Ele foi o meu primeiro tudo. Meu primeiro beijo de verdade. Meu primeiro namorado de verdade. Meu primeiro noivo. O primeiro cara que eu fiz sexo. Então ele estará sempre no meu coração. Sempre. Meio engraçada essa palavra."


18. Quando Johnny disse isso sobre ela.
 "Eu morreria por ela. Eu a amo demais. Eu não sei o que eu faria sem ela. Ela está passando por muita coisa agora. Eu gostaria de apenas beijar e afastar a dor, fazer isso ir embora, parar isso, matar isso! Se ela, você sabe, eu não sei o que eu faria. Eu me mataria. Eu amo essa garota. Eu a amo. Eu a amo mais do que a mim mesmo."
19. Como eles nunca conseguiam manter as mãos longe do outro.

20. Sempre.

21. Como eles eram o casal mais bonito dos anos 90...

... e provavelmente nunca deveriam ter se separado.

Via

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Ode ao defeito


Vivemos uma época em que a perfeição parece muito fácil. Temos, à disposição, infinitas ferramentas, técnicas, informações, tutoriais e tantas outras soluções para a busca desenfreada por produções rápidas e aceitáveis que caracteriza a nossa sociedade. De cartazes a pessoas, muito do que vemos todos os dias foi projetado e moldado para se enquadrar a um padrão que não tolera a diferença. No campo artístico isso parece ainda mais evidente. Cantores usam softwares que acertam as notas, fotógrafos corrigem problemas de luz e enquadramento com ferramentas de tratamento de imagens e qualquer tremida na hora do desenho pode ser resolvida depois na vetorização. Parece que a habilidade e a destreza não são mais características tão necessárias.

Evidentemente, não devemos nem podemos desprezar os recursos disponíveis que nos poupam tempo e permitem resultados excelentes. O que muda é o foco. Se, em outros tempos, artistas gráficos, ilustradores e designers (que sequer existiam como profissionais com essa denominação) procuravam linhas e formas exatas, que deixassem transparecer seu virtuosismo, hoje um círculo perfeito impresso num papel não tem valor algum. Por outro lado, podemos nos libertar da necessidade de mostrar do que somos capazes e assumir que certos padrões não representam mais algo desejável. A perfeição se tornou ordinária e é o defeito que atrai o olhar. O defeito, que é único, expressivo, que revela sentimentos, circustâncias, limitações e, sobretudo, personalidade. É muito mais difícil reproduzir o defeito que o perfeito. A mancha de café derramado, a marca da dobra do papel, o bolor do tecido, o excesso de tinta, o rabisco para fazer a caneta pegar, as falhas do lápis, as bordas mal definidas. O defeito nos afasta dos padrões e imprime nos projetos uma singularidade interessante e valorosa, porque traz de volta o fator humano, passível de falhas e repleto de vida.

É preciso ter coragem para expor os defeitos e resistir à tentação de procurar a obviedade daquilo que, já se sabe, irá agradar a todos. Mas criar nunca foi uma atividade tranquila e alheia às inquietações e incertezas inerentes a qualquer trabalho minimamente transformador. Portanto, com muita habilidade, senso crítico e adequação, façamos de nossos defeitos, nosso triunfo. Vamos valorizar aquilo que não pode ser produzido em série, o que é feito à mão, a limitação bem utilizada e tudo o que remete ao acaso. A beleza do defeito acalenta nossos olhos, cansados da exatidão dos computadores e cirurgias plásticas.

daqui

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Os jovens de 1969

Vocês já sentaram com o álbum antigo de fotografia dos seus pais ou tios e ficaram encantados com os tons da fotografia, a simplicidade e o ambiente totalmente diferente do atual? Eu sou apaixonada por retratos antigos, eles possibilitam que você "viva" naquela época por alguns instantes e me despertam uma curiosidade enorme. Essas fotos são do ano de 1969, retratam como os jovens eram, o comportamento e a moda de quarenta e quatro anos atrás! Take a look:

Eu usaria numa boa esse look, super atual










terça-feira, 19 de novembro de 2013

A Culpa é das Estrelas

imagem de celular, sorry!

Terminei de ler na madrugada do último sábado o livro A Culpa é das Estrelas, de John Green. Acredito que muitos de vocês já conhecem a história de Hazel Grace, uma paciente com câncer terminal obcecada pelo romance Uma Aflição Imperial de Peter Van Houten, e Augustus Waters, um rapaz bonito e irônico que se apaixona a primeira vista por Hazel em um encontro do Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Gus -como era chamado- perdeu uma perna para o osteossarcoma, câncer que afeta os ossos. Ao longo do livro eles descobrem o amor, viajam para Amsterdã e compartilham a delícia que é contar com a amizade e apoio um do outro. Você ri, chora, filosofa -bastante- e, se for como eu, se apaixona por Gus, haha . Fiquei com várias dúvidas ao término do livro: Hazel recebeu as cartas que Gus tinha mandando para Peter? E será que ela conseguiu sobreviver por quanto tempo mais ao câncer?  Mas, vocês sabiam que a Hazel existiu mesmo? Aliás, John Green se inspirou em Esther Grace para criar sua Hazel. Esther Grace Earl e John Green se conheceram em uma conferência em 2009 para fãs de Harry Potter. Eles então se tornaram amigos e John acompanhou a sua morte, em agosto de 2010. Esther (que em Persa, significa “estrela”), nasceu em Agosto de 1994, e foi diagnosticada em dezembro de 2006 com carcinoma papilar da tireoide, já com metástases no pulmão. Com o tumor nos pulmões, ela precisou usar tubos de oxigênio para auxiliar na respiração.


 
John Green comentou sobre Esther e sobre a inspiração que ela foi para escrever “A culpa é das Estrelas”:
“Esther era uma pessoa incomum, e conhecê-la me lembrou de como os adolescentes podem ser introspectivos e ao mesmo tempo ter uma empatia estonteante. Pensar sobre essas qualidades me deu uma nova visão dessa história, que tentei escrever por 10 anos. É importante dizer que Esther era muito diferente de Hazel e que eu certamente não quis me apropriar da história dela. Mas eu jamais poderia ter escrito este livro se não a tivesse conhecido. Ela inspirou cada palavra.
(...)Tentei escrever essa história por muitos anos e continuava falhando, o que era extremamente frustrante. Foi difícil por muitas razões, mas acho que a principal é que eu queria que os personagens fossem pessoas reais – engraçadas, irônicas, com raiva, inteligentes – e eu não queria perder essas características por serem personagens que estavam doentes. Isso foi difícil. Eu seguia caindo no sentimentalismo e romantizando os personagens e sua falta de sorte. Além disso, foi difícil porque eu estava triste. Triste e, francamente, com muita raiva. Isso porque Esther havia morrido, e muitas crianças morriam todos os dias por falta de comida e remédio. Isso começou a consumir minha escrita. Então, enquanto eu queria que o livro fosse engraçado, a pessoa que escrevia estava com muita dor. Porém, escrever pode ser difícil, mas é mais fácil do que 99% dos outros trabalhos. Não é uma tortura ou algo do tipo.”

Em 25 de Agosto de 2010, com 16 anos, Esther faleceu. Há uma fundação chamada “This Star Won’t Go Out” (Essa estrela não se apagará) que foi criada pela família de Esther. A instituição ajuda financeiramente famílias com crianças com câncer. Será lançado um livro contando a história de Esther, intitulado “This Star Won’t Go  Out: The Life and Words of Esther Grace Earl” (ainda sem tradução), o livro terá prefácio de John Green, além de anotações dos pais de Esther.
Segundo o pai de Esther, o sonho dela era ser escritora, ela começou a escrever histórias aos 5 anos e nunca mais parou. O pai pretendia publicar suas cartas, diários e contos de forma independente, mas primeiro apresentou o trabalho para John Green. O autor então mostrou a obra para seu editor, que decidiu publicá-la juntamente com fotos da família focando os últimos dois anos de vida da adolescente. A previsão de lançamento é para janeiro de 2014 nos EUA (sem previsão ainda no Brasil).
 
 
Dois dias depois de sua morte o John postou um vídeo mostrando o quanto estava abalado com a notícia, dando suas condolências à família e dizendo pra Esther descansar em awesome.  




A Culpa é das Estrelas vai virar filme, tendo a atriz Shailene Woodley e o ator Ansel Elgort como Hazel e Gus. Fofos, não? Ela é a Hazel que eu imaginei :)


Nat Wolff vai interpretar o amigo de Gus, Isaac, e Emily Peachy será Monica, a ex-namorada de Isaac. Emily Bach será a mãe de Monica.

Os pais de Hazel, Mrs. e Mr. Lancaster, serão interpretados por  Laura Dern e Sam Trammell, respectivamente.Temos também Willem Dafoe, que será o autor preferido de Hazel, Peter Van Houten.
Por último, Milica Govich e David Whalen interpretarão os pais de Gus, Mr. e Mrs. Waters. Patrick, o líder do grupo de apoio a crianças com câncer, será vivido por Mike Birbiglia.

Incrível a semelhança de Esther e a Hazel do filme :O

Shailene Woodley e Ansel Elgort como Hazel e Gus, esbanjando fofura
 
Pra finalizar o post, tem essa fan art lindíssima que encontrei e decidi compartilhar:
 


 
A previsão é que o filme chegue nos cinemas brasileiros em meados de 2014 :)
 
 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Ilustração: Kareena Zerefos

O post de hoje é ilustrado com o mundo mágico criado pelas ilustrações da australiana Kareena Zerefos. Usando aquarela, guache, tinta e madeira como principais materiais, Kareena cria um universo divertido e misterioso entre crianças e animais.
 



















Não tem como não se apaixonar!