quarta-feira, 26 de março de 2014

A síndrome dos 20 e tantos


Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos. Dá-se conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc. E cada vez desfruta mais dessa Cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco. As multidões já não são ‘tão divertidas’, às vezes até te incomodam.

Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos..., outros não eram tão especiais depois de tudo. Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas. Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto e te achou o maior infantil, pôde lhe fazer tanto mal. Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar, e isso assusta!

Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado e significa muito dinheiro para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.
Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso.

De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você. E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.

O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça…

Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos… Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que foi ontem que tínhamos 16…

Então, amanha teremos 30. Assim tão rápido.

— Autor desconhecido

sexta-feira, 7 de março de 2014

Morada


Como cortar pela raiz se já deu flor? Como inventar um adeus se já é amor?
Não quero reescrever as nossas linhas, que se não fossem tortas, não teriam se encontrado.
Não quero redescobrir a minha verdade, se ela me parece tão mais minha quando é nossa.
Como cortar pela raiz se já deu flor? Como inventar um adeus se já é amor?
Não me deixe preencher com vazios o espaço que é só teu.
Não se encante em outro canto, se aqui comigo você já fez morada.

- Sandy Leah 

Pur . . .


1. (général) puro 2. (bêtises) puro; total; completo; absoluto; perfeito 3. (modificatif) puro
4. (intensif) puro; mero; total; absoluto 5. (boissons) puro 6. (métaux) sólido; puro; maciço
7. (boissons alcooliques) puro; simples 8. (textiles) puro.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O amor está em algum lugar além dos antônimos do século 21



Dizem por aí: — Sempre tem alguém, nem que seja do outro lado do mundo, que irá te completar. Mas será que precisamos andar tanto pra achar nossa parte completa?

Lógico que queremos viajar para o outro lado do mundo, mas queremos para conhecer novos lugares, passar por aventuras, apreciar novas culturas, experimentar novos sabores, mas não apenas para procurar a tal metade da laranja. Temos muito que aproveitar da vida invés de ficar procurando desesperadamente algo que não sabemos se é o certo ou o incerto.

As pessoas buscam tanto a perfeição no século 21, o amor, aquela enorme obsessão de ter alguém, de mostrar para o mundo (Facebook, Instagram) que namora alguém, que tem um amor perfeito, que sua vida é baseada em amor, fidelidade e cumplicidade, mas acabam esquecendo que existe um mundo maior que tudo isso, o amor é importante? Sim, e muito. Mas sua vida também tem outras prioridades, para ser feliz por completo você precisa de: amor e liberdade, estabilidade e aventura, dor e alívio, paixão e ódio, sonho e realidade. Para ser feliz por completo você precisa de antônimos.

Você precisa ver árvores verdes e galhos secos, rosas vermelhas e espinhos cortantes, chuvas e arco-íris, nuvens brancas e pretas (essas podem ser consideradas como pessoas: algumas trazem àquela paz e outras aquela perturbação).  E acredite, o amor está em todos esses antônimos
.
Então, você percebe, que para ser feliz e encontrar a tal metade que irá te completar, você precisa de antônimos, precisa sentir a dor daquele amor que foi embora e o prazer do novo que está chegando, sentir a prisão de alguns relacionamentos e a liberdade que encontrou em outros, aquela liberdade que te deixa a vontade para respirar e ser você por completo, e esse completo sabe o que é? É aquele que você tanto buscava no início — o completo não é uma pessoa perfeita e sem defeitos, e sim aquele que te deixa sentir e ser por completo o que você realmente é, não deixando seu amor acabar por qualquer “coisa” do século 21!

Já dizia Paul McCartney na música “And I Love Her”: “E eu sei que esse meu amor nunca morrerá”.

Achei esse texto absurdamente incrível! Foi retirado daqui,

domingo, 19 de janeiro de 2014

Playlist - Pé na estrada


Difícil mesmo é pensar que exista alguém na face da Terra que não fique animado com a palavra viagem. Acredito que as viagens longas são as melhores Dá para observar a natureza, cenários desconhecidos e pessoas novas, cheiros novos... Fora aquela sensação de liberdade, plenitude e paz interior. Mas para mim, nem tudo são flores. Eu sempre fico enjoada em viagens de carro, (há fotos comprometedoras desses momentos tensos, ui) mas não deixo que um mal estar besta estrague esse momento único. Levo sempre um Dramin comigo. O gosto é horrível, mas resolve na maioria dos casos!
Bom, se deixar eu fico falando aqui até amanhã. Vamos ao que interessa? Fiz, com muito carinho, uma playlist para ser ouvida em momentos como esses! Estradas, malas, carros, enjoos... Espero que gostem :)